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TOTVS Protheus

O ERP que roda a operação

Protheus é onde o dinheiro e o estoque da empresa acontecem. Quando ele atrapalha, quase nunca é o produto: é customização que ninguém documentou, processo que foi desenhado para outra realidade ou release parado há anos.

Falar sobre Protheus

Quando nos procuram por Protheus

  • Fechamento que trava e ninguém sabe dizer em qual rotina
  • Customização herdada que ninguém da casa consegue mais mexer
  • Release tão atrasado que toda atualização virou projeto de risco
  • Usuário que faz por fora porque o sistema "não deixa"
  • Relatório que sai do Protheus e é corrigido na planilha antes de circular

O que fazemos no Protheus

  • 01

    Implantação e roll-out

    Da modelagem ao go-live, com desenho de processo antes de parametrização. Em grupo com várias empresas, o roll-out reaproveita o que já funciona em vez de recomeçar por filial.

  • 02

    Sustentação evolutiva

    Chamado resolvido é o mínimo. O que entregamos é o backlog de melhoria andando junto, com SLA acordado e fila priorizada com as áreas, não por quem grita mais alto.

  • 03

    Desenvolvimento em ADVPL

    Pontos de entrada, rotinas automáticas, relatórios e integrações, com padrão de código, versionamento e documentação. Customização que sobrevive à saída de quem escreveu.

  • 04

    Revisão de customização

    Antes de atualizar o release, mapeamos o que é customizado, o que virou padrão no caminho e o que pode ser aposentado. Boa parte do custo de atualização é código que ninguém usa mais.

Por qual eixo isso costuma entrar

O produto é onde o trabalho acontece. O eixo é o tipo de problema que ele resolve.

Perguntas frequentes

Vocês assumem ambiente implantado por outra empresa?

Sim, é a maior parte do que fazemos. Começamos por um diagnóstico do que está em produção: customizações, integrações, pontos de entrada e o que diverge do padrão. Só depois propomos, porque assumir ambiente sem esse mapa é como dirigir no escuro.

Dá para atualizar o release sem parar a operação?

Dá, com ambiente de homologação espelhado, plano de regressão nas rotinas críticas e janela acordada. O que torna atualização arriscada não é o produto, é customização não documentada, e é por isso que o levantamento vem antes.

Vocês alocam especialista no nosso time?

Sim, alocação é um dos formatos, com profissional dedicado e acompanhamento nosso. Em geral ela funciona melhor depois de um projeto fechado, quando já conhecemos o ambiente e a alocação não é usada para descobrir o óbvio.

O próximo movimento

Comece pelo diagnóstico.
A proposta vem depois.

Conte onde a operação trava. Devolvemos uma leitura do cenário e os caminhos possíveis, sem compromisso e sem custo.

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