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Inteligência de dados

Um número, uma definição, uma fonte.

Engenharia de dados, Data Warehouse e modelos preditivos sobre uma base única e auditável, na stack que faz sentido para a sua operação, sem revenda de ferramenta.

Falar sobre esse tema

Sinais de que é hora de olhar para isso

  • Cada área apresenta um número diferente para o mesmo indicador
  • Relatório fecha dias depois do mês e ninguém confia no resultado
  • Extrair dado do ERP exige abrir chamado e esperar alguém rodar uma query
  • Dashboards bonitos que ninguém usa porque a base está errada
  • Dados sensíveis circulando em planilha sem controle de acesso

O que cabe dentro do nome

Inteligência de dados é o eixo inteiro: a engenharia que tira o dado do ERP e dos legados, o Data Warehouse onde ele passa a morar, o Business Intelligence que vira painel e a ciência de dados que projeta o que vem adiante. Chamamos assim porque é uma coisa só na prática. Separar BI de Data Science descreve a ferramenta de quem constrói, não o resultado de quem contrata.

O problema não é o painel

Quase todo projeto de BI que falha falha antes do painel. O dado sai do ERP em tabela normalizada, passa por uma planilha que alguém mantém há seis anos, ganha uma regra de negócio que só uma pessoa conhece e chega ao dashboard sem rastro de onde veio. Quando dois relatórios divergem, não há como auditar qual está certo.

Nossa entrega começa na camada de baixo: de onde o dado vem, como ele é transformado, quem pode vê-lo e como provar que o número está correto.

Engenharia de dados

Ingestão. Extração de ERP TOTVS (Protheus, RM), bancos legados, APIs de parceiros, planilhas e arquivos. Para o transacional, usamos captura de mudanças (CDC) e janelas de carga que não competem com a operação. Ninguém sente o BI rodando.

Arquitetura. Modelagem dimensional clássica quando o consumo é analítico e estável, arquitetura em camadas (bruto, tratado, consumo) quando há volume e variedade, e histórico auditável quando o negócio precisa reconstruir o passado. A escolha vem do caso, não de modismo.

Transformação. ELT com SQL versionado em Git, testes automáticos de qualidade (completude, unicidade, integridade, atualidade) e linhagem. Dá para apontar qualquer número do painel até a linha de origem no ERP.

Orquestração. Pipelines agendados e monitorados, com alerta quando a carga falha ou chega fora do horário. Você descobre que o dado não atualizou antes da reunião, não durante.

Governança

Catálogo e dicionário de dados, definição única de indicador (a camada semântica), controle de acesso por papel, classificação de dado pessoal e sensível, mascaramento e trilha de auditoria. É o que transforma “temos dados” em “podemos responder por eles”.

Business Intelligence

Painéis construídos sobre a camada de consumo, não sobre extração direta. Indicador com definição documentada, autoatendimento para as áreas dentro de um modelo governado, e desenho pensado para decisão: menos gráfico decorativo, mais pergunta respondida.

Data Science

Quando o histórico já é confiável, ele passa a prever. Previsão de demanda e de ruptura de estoque, risco de inadimplência e evasão, manutenção preditiva, otimização de preço e de rota. Entregamos o modelo em produção com monitoramento de desvio. Modelo que fica no notebook do cientista de dados não gera resultado.

Independência de fornecedor

Não revendemos licença e não temos meta de plataforma. Isso muda a conversa: a recomendação de arquitetura considera o que você já paga, o tamanho do seu time e a capacidade de sustentar a solução depois que saímos. Em vários projetos a resposta certa foi usar melhor o que o cliente já tinha.

Perguntas frequentes

Vocês trabalham com qual ferramenta de BI?

Com a que fizer sentido para o seu cenário. Entregamos em Power BI, Tableau, Qlik, Looker ou open source, e a camada de dados em Azure, AWS, GCP, Databricks, Snowflake ou Postgres. Não somos revenda de nenhuma delas, então a recomendação segue o seu caso e não uma meta de licença.

Dá para extrair dados do Protheus sem derrubar o ambiente?

Sim. Usamos replicação e captura de mudanças (CDC) em vez de consultar o banco transacional direto, isolando a carga analítica do ambiente que a operação usa.

Precisamos de Data Warehouse ou um dashboard resolve?

Se o número vem de um sistema só e a regra é simples, um dashboard resolve. Quando o indicador cruza ERP, planilha e sistema de terceiros, sem camada de dados o painel vira mais uma versão da verdade.

Como fica a LGPD?

Tratamos classificação, mascaramento e controle de acesso por papel desde a modelagem, não como ajuste no fim. Dado pessoal chega ao analítico já anonimizado quando a análise não exige identificação.

O próximo movimento

Comece pelo diagnóstico.
A proposta vem depois.

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